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quinta-feira, 19 de maio de 2011

4º Dia - O Amor é atencioso

Como são preciosos para mim os teus pensamentos... Como é grande a soma deles! Se eu os contasse, seriam mais do que os grãos de areia. - Salmos 139: 17-18

Quando foi a última vez que você gastou alguns minutos pensando em como poderia demonstrar amor ao seu cônjuge e entendê-lo melhor? Qual a necessidade imediata que você pode suprir? Para qual próximo evento (aniversário, data comemorativa, feriado) você já pode se preparar? Grandes casamentos vêm de grandes reflexões.

» Desafio de hoje »

Faça contato com o seu cônjuge em algum momento durante a agitação do dia. Não faça outra coisa senão perguntar como ele está e se tem algo que você pode fazer por ele.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

2° Dia - O Amor é bondoso

É difícil expressar amor quando existe pouca ou nenhuma motivação. Mas o amor em sua essência não é baseado em sentimentos. Pelo contrário, faz parte da natureza do amor ter consideração e ser atencioso, mesmo quando parece não haver recompensa. Você nunca aprenderá a amar até que aprenda a demonstrar
bondade.
» Desafio de hoje »

Além de, mais uma vez, não dizer palavras negativas ao seu cônjuge hoje, demonstre bondade com, no mínimo, um gesto inesperado.

O que faz um homem desejável é a sua benignidade. (Provérbios 19:22).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O céu continua azul

Era para ser uma quinta-feira normal. Há tempos não via o céu de Brasília tão aberto, tão azul, tão lindo. Era para ser uma manhã comum. Era. Antes que começássemos o dia, um chocante massacre entrou em nossas casas, trabalho, conversas. O mundo inteiro noticiava: jovem atira em alunos da escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Treze mortos, mais de dez feridos.

Na redação onde trabalho não havia política, economia, nem as demissões que vem ocorrendo. Nada nos alarmou mais que essa tragédia. Até onde sei esse moço, que premeditou essa barbárie, tinha 23 anos e estudou naquela escola.

A pergunta que ecoa em minha mente e coração era sobre quem era esse tal moço, por trás da carta “tão pura” que ele deixou? Quem eram esses meninos de 12 a 14 anos que morreram sem ter chance de defesa? Quem eles seriam daqui cinco anos? Ao voltar do trabalho, olhando para o mesmo céu azul não me contive: lágrimas escorreram. É impossível ser indiferente quando o mundo que nos cerca “jaz no maligno”, quando a humanidade se recusa ficar perto de Deus. Para mim e para você, a vida segue. Afinal, não foi com a gente, não é mesmo? No entanto, quero de uma maneira figurativa, torná-lo responsável (não pelo fato em si, mas pela transformação que pode ocorrer no mundo).

Um jovem de 23 anos, com duas armas calibre 38 e munições para dar e vender entrou em uma escola e causou morte e feridas irreparáveis com o tempo. Em dois meses, um grupo de jovens comprometidos com essa geração entrou em três escolas do Distrito Federal e levou vida a 215 estudantes (sem contar Recanto das Emas).

Dessa soma, quantos desses alunos não teriam sido destruídos pelo pecado, pela angústia, pela solidão... Quantas vidas perdidas ganharam esperança em Cristo Jesus em apenas uma semana, cinco dias. Alunos descobrindo o amor imutável de Deus. E, por isso, o céu continua azul.

Essa revolução está acontecendo de Norte a Sul do País. As diversas filiais da Mocidade Para Cristo, espalhadas em todo o Brasil, tem se levantado com intrepidez para resgatar multidões de crianças, adolescentes e jovens para o Reino da Luz. São as Escolas da Vida, Falando de Vida, Superação, Clubinho, Desperta Débora.

Agora, por causa da indignação e revolta, seja difícil ler o trecho a seguir: “Porque Deus amou Wellington Menezes de Oliveira de tal maneira, que deu o seu Filho, o seu único filho, para que, se ele cresse, tivesse vida eterna”. A história poderia ser contada de outro jeito. Como a minha e a sua foi.

Eu posso fazer mais por essa geração. Eu posso ser usada pelo Senhor para mudar a história das pessoas que me cercam.

Que Deus nos abençoe.
Gabriella Bontempo
Voluntária MPC Brasília, jornalista.
gabybontempo@gmail.com

quinta-feira, 31 de março de 2011

Nova reforma protestante

Inspirado no cristianismo primitivo e conectado à internet, um grupo crescente de religiosos critica a corrupção neopentecostal e tenta recriar o protestantismo à brasileira
RICARDO ALEXANDRE
Almeida Dias
EM CONSTRUÇÃO
Ilustração de um monumento em forma de cruz

Irani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.

Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.

Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.

Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960, quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos, presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos cultos de igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da prosperidade”. Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros professará à fé evangélica.

Dentro do próprio meio, levantam-se vozes críticas a esse crescimento. Segundo elas, esse modelo de igreja, que prospera em meio a acusações de evasão de divisas, tráfico de armas e formação de quadrilha, tem sido mais influenciado pela sociedade de consumo que pelos ensinamentos da Bíblia. “O movimento evangélico está visceralmente em colapso”, afirma o pastor Ricardo Gondim, da igreja Betesda, autor de livros como Eu creio, mas tenho dúvidas: a graça de Deus e nossas frágeis certezas (Editora Ultimato). “Estamos vivendo um momento de mudança de paradigmas. Ainda não temos as respostas, mas as inquietações estão postas, talvez para ser respondidas somente no futuro.”

Almeida Dias
SÍMBOLO
O cirurgião Irani Rosique (sentado, de camisa branca, com a Bíblia aberta no colo). Sem cargo de clérigo, ele mobiliza 2.500 pessoas no interior de Rondônia

Nos Estados Unidos, a reinvenção da igreja evangélica está em curso há tempos. A igreja Willow Creek de Chicago trabalhava sob o mote de ser “uma igreja para quem não gosta de igreja” desde o início dos anos 1970. Em São Paulo, 20 anos depois, o pastor Ed René Kivitz adotou o lema para sua Igreja Batista, no bairro da Água Branca – e a ele adicionou o complemento “e uma igreja para pessoas de quem a igreja não costuma gostar”. Kivitz é atualmente um dos mais discutidos pensadores do movimento protestante no Brasil e um dos principais críticos da“religiosidade institucionalizada”. Durante seu pronunciamento num evento para líderes religiosos no final de 2009, Kivitz afirmou: “Esta igreja que está na mídia está morrendo pela boca, então que morra. Meu compromisso é com a multidão agonizante, e não com esta igreja evangélica brasileira.”

Essa espécie de “nova reforma protestante” não é um movimento coordenado ou orquestrado por alguma liderança central. Ela é resultado de manifestações espontâneas, que mantêm a diversidade entre as várias diferenças teológicas, culturais e denominacionais de seus ideólogos. Mas alguns pontos são comuns. O maior deles é a busca pelo papel reservado à religião cristã no mundo atual. Um desafio não muito diferente do que se impõe a bancos, escolas, sistemas políticos e todas as instituições que vieram da modernidade com a credibilidade arranhada. “As instituições estão todas sub judice”, diz o teólogo Ricardo Quadros Gouveia, professor da Universidade Mackenzie de São Paulo e pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão. “Ninguém tem dúvida de que espiritualidade é uma coisa boa ou que educação é uma coisa boa, mas as instituições que as representam estão sob suspeita.”

Uma das saídas propostas por esses pensadores é despir tanto quanto possível os ensinamentos cristãos de todo aparato institucional. Segundo eles, a igreja protestante (ao menos sua face mais espalhafatosa e conhecida) chegou ao novo milênio tão encharcada de dogmas, tradicionalismos, corrupção e misticismo quanto a Igreja Católica que Martinho Lutero tentou reformar no século XVI. “Acabamos nos perdendo no linguajar ‘evangeliquês’, no moralismo, no formalismo, e deixamos de oferecer respostas para nossa sociedade”, afirma o pastor Miguel Uchôa, da Paróquia Anglicana Espírito Santo, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. “É difícil para qualquer pessoa esclarecida conviver com tanto formalismo e tão pouco conteúdo.”

Felipe Redondo
“É lisonjeador saber que nos consideram ‘pensadores’. Mas o grande problema dos evangélicos brasileiros não é de inteligência. É de ética e honestidade”
RICARDO AGRESTE, pastor da Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera, em Campinas, São Paulo

Uchôa lidera a maior comunidade anglicana da América Latina. Seu trabalho é reconhecido por toda a cúpula da denominação como um dos mais dinâmicos do país. Ele é um dos grandes entusiastas do movimento inglês Fresh Expressions, cujo mote é “uma igreja mutante para um mundo mutante”. Seu trabalho é orientar grupos cristãos que se reúnem em cafés, museus, praias ou pistas de skate. De maneira genérica, esses grupos são chamados de “igreja emergente” desde o final da década de 1990. “O importante não é a forma”, afirma Uchôa. “É buscar a essência da espiritualidade cristã, que acabou diluída ao longo dos anos, porque as formas e hierarquias passaram a ser usadas para manipular pessoas. É contra isso que estamos nos levantando.”

No meio dessa busca pela essência da fé cristã, muitas das práticas e discursos que eram característica dos evangélicos começaram a ser considerados dispensáveis. Às vezes, até condenáveis. Em Campinas, no interior de São Paulo, ocorre uma das experiências mais interessantes de recriação de estruturas entre as denominações históricas. A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera não tem um templo. Seus frequentadores se reúnem em dois salões anexos a grandes condomínios da cidade e em casas ao longo da semana. Aboliram a entrega de dízimos e as ofertas da liturgia. Os interessados em contribuir devem procurar a secretaria e fazê-lo por depósito bancário – e esperar em casa um relatório de gastos. Os sermões são chamados, apropriadamente, de “palestras” e são ministrados com recursos multimídias por um palestrante sentado em um banquinho atrás de um MacBook. A meditação bíblica dominical é comumente ilustrada por uma crônica de Luis Fernando Verissimo ou uma música de Chico Buarque de Hollanda.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI161475-15228,00.html

sexta-feira, 4 de março de 2011

Os 5 níveis de liderança

Por John Maxwell, Developing the leader within you, 1993

5. Posição (título) “Direito”
As pessoas seguem porque têm de seguir.
Sua influência não se estenderá além das suas atribuições. Quanto mais tempo você permanecer aqui, maior será a queda e mais baixo será o moral. As pessoas começam a limitá-lo; colocar cercas ao seu redor. Você não pode ficar aqui mais do que dois anos.

4. Permissão “Relacionamentos”
As pessoas seguem porque querem.
As pessoas o seguirão além de sua autoridade oficial. Este nível permite que o trabalho seja divertido. Atenção: permanecer muito tempo neste nível sem se levantar fará com que as pessoas altamente motivadas se tornem impacientes.

3. Produção “Resultados”
As pessoas seguem em virtude do que você fez pela organização.
É aqui que o sucesso é percebido por muitas pessoas. Elas gostam de você e do que está fazendo. Os problemas são resolvidos com pouquíssimo esforço em razão do impulso existente. Não deixe o impulso cessar.

2. Desenvolvimento pessoal “Reprodução”
As pessoas seguem em virtude do que você fez para elas pessoalmente.
É aqui que ocorre o crescimento de longo alcance. Seu compromisso de desenvolver líderes assegurará crescimento contínuo para a organização e para as pessoas. Faça o que puder para alcançar e permanecer neste nível.

1. Personalidade “Respeito”
As pessoas o seguem em virtude do que você é e do que representa.
Este passo é reservado para líderes que passaram anos levando pessoas e organizações ao crescimento. Poucos fazem isso. Aqueles que o fazem são maiores do que a vida!

Perguntas:

1) Em que nível você está?

2) O que está fazendo (de prático) para mudar de nível?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Big Brother Brasil

(Luiz Fernando Veríssimo)


Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos.
Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Email missionário

Recebi um email do Missionário Ronaldo Lidório que trabalha com índios do nosso País. Tomei a liberdade de compartilhar com vocês pois acredito que cada um de nós podemos contribuir com a obra do Senhor de alguma maneira. Boa leitura.
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Queridos irmãos e amigos de caminhada,

somos gratos a Deus por este início de ano, forças renovadas e portas abertas para o Seu trabalho.

Pedimos que orem conosco:

1. Pelo encontro dos missionários do Projeto Amanajé em Manaus (para oração, relatórios e planejamento) que ocorrerá neste início de fevereiro.

2. Pela pesquisa que faremos no norte de Moçambique, em março, entre alguns grupos ainda pouco ou não evangelizados. O alvo é identificar estratégias para evangelizá-los e disponibilizar as informações para as organizações missionárias, e igrejas, daquele país. Orem conosco por segurança nas viagens, boas oportunidades e sabedoria do Alto.

3. Pelas pesquisas indígenas na região Amazônica que estão sendo planejadas para este semestre, por clara direção de Deus sobre o que é prioritário em Seu Reino. O alvo é de identificação de áreas prioritárias para o trabalho missionário e facilitação para que isto aconteça.

4. Pelos treinamentos missionários que daremos (missiologia e plantio de igrejas) nestes próximos meses em dois países da região asiática. Por segurança para todos os participantes e oportunidade de buscarmos a direção do Senhor para o trabalho que cada equipe realiza de plantio de igrejas em sua própria região.

5. Pelo trabalho de assessoria missionária do Instituto Antropos e cooperação com diversas equipes missionárias no estudo cultural e lingúistico em suas áreas de trabalho, bem como no desenvolvimento dos projetos de evangelização, ação social e plantio de igrejas.

Gostaríamos também de convidá-los a se juntarem a nós em oração pelos povos indigenas do Brasil. Bem sabemos que Deus ouve as orações. O material "30 dias de oração pelos povos indígenas do Brasil" já está disponível e pode ser lido e usado clicando no título.

O Senhor tem nos despertado de forma especial neste início de ano para a importância do louvor e, desta forma, partilhamos com vocês o artigo "Louvor a Deus é uma atitude de coração".

Agradecemos a sua intercessão por nós, bem como todo o encorajamento. Louvamos a Deus pelo privilégio de, juntos, trabalharmos na seara do Mestre.

Em Cristo Jesus,

Ronaldo e Rossana Lidório

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Estratégia de Gestão

Por Rick Boxx

CEO’s e executivos de grandes organizações têm acesso a larga gama de conselheiros e mestres em negócios. Muitos desses consultores surgem juntamente com as últimas ideias e modismos empresariais.

Modismos, porém, surgem e passam, sendo substituídos por outras novidades e estratégias, geralmente de curta duração. Em seu rastro deixam confusão e práticas questionáveis, não arraigadas na sabedoria testada pelo tempo.

Wes Cantrell, ex-CEO de uma corporação de mais de US$ 14 bilhões, que fabricava copiadoras vendidas no mundo todo, teve muitas oportunidades de utilizar algumas dessas ideias inovadoras. Mas ele escolheu caminho bem diverso.

Falando numa reunião de empresários e profissionais, ele fez uma afirmação que seus ouvintes devem ter achado surpreendente. Disse que seu estilo de administração e os princípios que seguia estavam baseados nos Dez Mandamentos.

Ao invés de seguir práticas empresariais que mudam com o vento, Cantrell dirigiu a empresa com firmeza, usando estatutos que sobreviveram milhares de anos e enfrentaram incontáveis desafios. Como ensina o Salmo 119.98-99, “Os Teus mandamentos me tornam mais sábio do que os meus inimigos, porquanto estão sempre comigo. Tenho mais discernimento do que todos os meus mestres, pois medito nos Teus testemunhos.”

Os Dez Mandamentos são apresentados em dois lugares na Bíblia, Êxodo 20.1-17 e Deuteronômio 5.6-21. Os três primeiros mandamentos tratam do relacionamento do ser humano com Deus; os sete restantes oferecem princípios que podem ser aplicados a qualquer cenário empresarial. Por exemplo, o quarto mandamento nos ordena a observar o sábado. De maneira prática ele nos lembra que trabalhar dia e noite, sem pausa para descanso e restauração, significa acabar esgotado mental e fisicamente.

Dificilmente apontaríamos defeitos nos Dez Mandamentos. Os mais controversos, é claro, são aqueles que exigem adoração e obediência exclusiva a Deus. Para ateus e agnósticos esta é uma grande pedra de tropeço. Mas nas Escrituras Deus explica a motivação prática para que Suas regras sejam obedecidas: “Tenham o cuidado de obedecer a toda a lei que Eu hoje lhes ordeno, para que vocês vivam, multipliquem-se e tomem posse da terra que o Senhor prometeu, com juramento, aos seus antepassados” (Deuteronômio 8.1).

Se um consultor, como o citado, chegasse ao seu escritório e declarasse com grande convicção: “Se você seguir o que eu digo, sua empresa vai crescer e prosperar, e você terá mais sucesso do que jamais imaginou”? , você não iria pelo menos parar e considerar suas recomendações para ver como elas se ajustariam à missão e cultura de sua empresa?

O problema é óbvio. Na próxima semana, no próximo mês ou no próximo ano, outra pessoa aparecerá para fazer declarações semelhantes, afirmando que sua proposta é a melhor coisa ocorrida desde a invenção da roda. Sim, modismos e macetes surgem e passam – tanto nos negócios quanto em outras esferas da sociedade. Diferentemente, porém, os Dez Mandamentos estão aí há milhares de anos e permanecem sólidos como rocha, guia consistente e confiável para orientação pessoal e profissional.

Liderar uma organização requer sabedoria. Se você deseja construir sólida vantagem sobre seus concorrentes, seria sábio a considerar o aviso de Wes Cantrell de estudar e aplicar a Palavra de Deus ao seu empreendimento, bem como à sua vida pessoal. E os Dez Mandamentos seriam um ótimo começo.
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sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz Ano Novo


Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente. Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Para você neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas, mas nada seria suficiente... Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade!
(Carlos Drummond de Andrade)